Com a nova tecnologia, o celular poderia ter sua carga completa em apenas 30 minutos de carregamento

A reclamação mais constante com relação aos smartphones atuais ainda é a bateria. Indo direto ao ponto, até mesmo o último iPhone ou Samsung Galaxy são capazes de entregar apenas um dia de uso contínuo sem precisar colocá-los perto da tomada para recarregar.

Essa é uma característica das baterias de íon de lítio, que só podem atender a dispositivos tão poderosos quanto smartphones, tablets e laptops por algumas horas de uso. Só que o usuário do Twitter e vazador Evan Blass sugeriu que a Samsung está trabalhando em um smartphone que usará uma bateria de grafeno, com lançamento previsto para 2020 ou 2021.

“Baterias de íon lítio são… subaproveitadas. Eu ouvi que a Samsung espera ter pelo menos um aparelho, seja no ano que vem ou em 2021, que terá como característica uma bateria de grafeno. Ela será capaz de recarregar por completo em menos de meia hora, porém a empresa ainda precisa aumentar suas capacidades enquanto diminui os custos”, diz Blass no tweet.

Estamos nos acostumando a fazer cobranças rápidas em smartphones com marcas como OnePLus, que prometem “um dia de energia em meia hora” (embora essa afirmação específica sugira que 50% da cobrança valha um dia, mas seja o que for). Blass afirma aqui que você teria uma recarga completa em menos de trinta minutos.

Não vamos olhar muito para a matemática, mas o fato de ele estar tuitando significa que ele está confiante na origem. Se uma empresa como a Samsung puder desenvolver energia de grafeno e torná-la viável em smartphones, começaremos a desfrutar de um carregamento muito rápido e, esperamos, de uma duração de bateria de um dia inteiro. Não sabemos se isso aconteceria em um telefone como o Galaxy S11 ou se seria um lançamento experimental em algum outro telefone.

O que será mais interessante é se a Samsung for a primeira a comercializar essa tecnologia de bateria, podendo ou não vendê-la aos concorrentes. Atualmente, a Samsung vende painéis para vários concorrentes, incluindo a Apple, que utiliza esses displays nos iPhones.

Mas uma bateria de grafeno pode acabar sendo uma vantagem competitiva para comercializar um telefone e pode não ser compartilhada. De qualquer forma, estamos empolgados para o íon de lítio começar a cair em desuso – nossos telefones são incríveis agora, mas dificilmente qualquer aparelho tem uma duração de bateria realmente boa sem sacrificar algo, seja resolução de tela, brilho ou poder de processamento.

Fonte: pcworld.com.br